Energia Termoambiente Valvim
Projeto de Energia Termoambiente - Geração de energia elétrica a partir do calor ambiente

Oportunidade de investimento na área de energias alternativas

Última atualização em 24/07/2017

I. Proposta de parceria e investimento em startup:
É notório que o Mundo precisa, cada vez mais, de energia limpa e sustentável e, por isso, estou aperfeiçoando a geração de energia elétrica através do efeito termoelétrico denominado Seebeck (TEG - Thermoelectric Generator). As TEGs existentes no mercado atual (Junho de 2017) têm eficiência energética de aproximadamente 5% o que as torna pouco eficazes e com aplicações limitadas. No entanto, o aperfeiçoamento tecnológico que desenvolvi eleva a eficiência energética dessa tecnologia a valores próximos de 80%. Com essa eficiência, será possível converter o próprio, calor ambiente, em eletricidade. Uma das principais aplicações dessa nova tecnologia será o carro elétrico movido a calor ambiente. As principais aplicações dessa nova tecnologia estão listadas em: www.energiatermoambiente.com.br.

Para construir as TEGs com 80% de eficiência energética, será necessário passar por três fases intermediárias: 10%, 20% e 40%. As TEGs produzidas nestas três fases serão comercializadas no mercado mundial, gerando recursos financeiros para finalização do projeto principal. O projeto principal é o "Gerador Elétrico Termoambiente" capaz de converter o calor ambiente em energia elétrica por intermédio de TEGs com mais de 61,9% de eficiência energética.

A primeira fase do projeto desenvolverá e produzirá TEGs com 10% a 15% de eficiência energética. De acordo com a Zion Market Research o mercado das TEGs atuais (de baixa eficiência) rendeu 279,3 milhões de Dólares, em 2015, e tem previsão para render 610 milhões em 2021. Cálculos preliminares, no entanto, indicam que uma TEG-PELTIER com 10% de eficiência energética terá um mercado quatro vezes maior que o mercado das TEGs atuais. Recuperadores de calor residual, bebedouros, minigeladeiras, ar refrigerado de baixa potência e minigeradores elétricos, serão os principais aparelhos que utilizarão as novas TEGs.

Numa segunda fase, o aprimoramento dessa tecnologia dobrará a eficiência energética alcançando de 20% a 25% de rendimento. A partir desse momento, um novo mercado se abrirá para essa nova linha de TEGs. Além dos aparelhos citados anteriormente, a grande maioria dos automóveis utilizarão essas novas TEGs para converter, em eletricidade, 20% do calor descartado na atmosfera pelo cano de descarga e pelo sistema de refrigeração do motor. Os automóveis convencionais que utilizarem essa tecnologia não precisarão mais de alternadores mecânicos para gerar eletricidade. No caso dos carros híbridos, as TEGs ajudarão a carregar as baterias dos motores elétricos gerando uma significativa economia.

Numa terceira fase, as novas TEGs deverão alcançar 40% a 50% de eficiência energética. Com essa eficiência, a indústria automobilística substituirá os motores à explosão por TEGs. O mercado automobilístico se tornará o principal utilizador das TEGs. As empresas geradoras de energia elétrica também terão a possibilidade de trocar seus geradores à explosão e suas turbinas, a vapor, por TEGs de alta potência. O mercado para TEGs com 40% a 50% de eficiência energética será enorme.

Na quarta e última fase serão desenvolvidas TEGs com eficiência entre 61,9% e 80%. Essas novas TEGs serão chamadas de "MTAR - Módulo Termoelétrico de Alto Rendimento" - ou, em inglês, "HETM (High Efficiency Thermoelectric Module)". Os Módulos Termoelétricos de Alto Rendimento nos permitirão construir o "Gerador Elétrico Termoambiente" e reciclar, continuamente, a energia térmica já existente no planeta. A partir dessa data, a humanidade não terá mais a necessidade de transformar matéria em energia, como fazemos atualmente (petróleo, carvão, urânio, biomassa, etc). O próprio calor ambiente será convertido em eletricidade e será extraído do ar atmosférico, dos rios ou dos mares. Essa nova fonte de trabalho físico eu a estou chamando de "Energia Termoambiente".

O tamanho do mercado para o Gerador Elétrico Termoambiente é incalculável. Onde existir necessidade de energia elétrica, ali haverá espaço para o gerador converter o calor ambiente em eletricidade ou queimar combustível com alta eficiência energética, caso a temperatura ambiente esteja muito abaixo de 6°C.


II. Plano de negócio:
Depois de mais de 10 anos desenvolvendo essa tecnologia, meu próximo passo é obter recursos financeiros com um parceiro, investidor, para iniciar a primeira fase do projeto. A partir do momento que o protótipo estiver otimizado suficientemente para ser produzido em série e em escala industrial, eu e meu parceiro investidor comercializaremos licenças de produção baseada na patente registrada. Ou, terceirizaremos a produção das novas TEGs em parques industriais já existentes no Brasil. Ou, ainda, construiremos uma fábrica de grande porte com financiamento governamental.

O desenvolvimento da segunda fase será financiado com recursos próprios oriundos da comercialização dos produtos da primeira fase. A partir do momento que a tecnologia de construção das TEGs, de 20% a 25% de rendimento, estiver pronta, elas serão produzidas e comercializadas de forma similar à estratégia utilizada na primeira fase.

A terceira e a quarta fase serão executadas de forma análoga à segunda fase. No entanto, a partir da quarta fase produzirmos, também, o "Gerador Elétrico Termoambiente" equipado com MTARs de rendimento superior a 61,9%. É esse gerador que nos permitirá converter calor ambiente em eletricidade sem a necessidade de combustível.


III. Como será o retorno financeiro do investidor?
O investidor que se tornar meu parceiro terá 4 níveis de retorno, de acordo com as 4 fases do projeto:

  1. Na primeira fase, e durante todo o tempo em que seus produtos estiverem sendo comercializados, o investidor receberá de 85 a 90% dos lucros desses produtos, e eu ficarei com os 10 a 15% restantes, que é o equivalente à eficiência das TEGs dessa fase.
  2. De forma semelhante à primeira fase. O lucro dos produtos da segunda fase serão divididos em função da sua eficiência energética. O investidor ficará com 75 a 80% e eu ficarei com 20 a 25% dos lucros desses produtos.
  3. O lucro dos produtos da fase 3 seguirão a mesma matemática anterior. Eu fico com o percentual equivalente à eficiência energética das TEGs, de terceira geração, e o investidor fica com o restante. Ou seja, 40 a 50% pra mim, e 50 a 60% para o investidor.
  4. Os produtos da fase 4, com rendimento energético próximo a 80%, terão os seus lucros divididos com 80% pra mim e 20% para o investidor.


IV. Investimento necessário:
Nesse momento, a tecnologia que estou desenvolvendo tem sua prova de conceito demonstrada somente de forma virtual (simulação de computador) ou por ensais físicos parciais. Por isso, o investidor interessado terá que, inicialmente, fazer um investimento de risco da ordem de R$ 50.000,00. Este recurso será utilizado na aquisição de instrumentos para construção de um protótipo físico demostrando e comprovando, de forma cabal, a viabilidade do projeto e seu potencial de alcançar a quarta fase. O prazo previsto para construção desse protótipo comprobatório é de 45 a 90 dias.

A partir do momento que o investidor ver, com os próprios olhos, o protótipo comprobatório da tecnologia que estou desenvolvendo, é hora de iniciarmos a otimização do protótipo para ser produzido em série. A primeira fase é a fase em que o investidor terá que ter capacidade de investir de R$ 500.000,00 a R$ 1.000,000,00 para finalização do desenvolvimento e construção das TEGs de 10 a 15% de eficiência energética. A previsão inicial é que seja necessário de 12 a 18 meses para que o produto fique pronto e em condições de ser produzido em série.

Os investimentos necessários às fases 2, 3 e 4 sairão dos lucros da fase 1 ou via financiamentos, governamentais, uma vez que o sucesso do produto já estará em evidência.


Se você ou sua empresa tem interesse em se tornar investidor desse projeto, estou à disposição para quaisquer outros esclarecimentos. Clique aqui e fale comigo.

Pesquisador autor do projeto: Valvim Dutra


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